
O técnico Eduardo Baptista lamentou a derrota para o lanterna e viu o Criciúma desconcentrado em campo no revés por 4 a 2. “Acho que não faltou entrega dos atletas, empenho, mas, hoje, as coisas não aconteceram da maneira que a gente pensava. Nós iniciamos bem a partida, conseguimos jogar e achar o espaço finalizando, mas, hoje, eu senti que nós estávamos atrasados. A gente estava com um pouquinho de desconcentração. Muitos erros, alguns encaixes que a gente costuma ter e a gente deixou de ter e as coisas não aconteceram”, diz.
O comandante carvoeiro não usou o desgaste da viagem até Curitiba, onde o Tigre jogou na quinta passada, como desculpa para a derrota. “Como foi no segundo gol, no terceiro, faltou um pouco de olhar a bola. Tivemos um nível de concentração um pouquinho mais baixo. A gente deixa o atacante escapar, tem a expulsão e o gol. Assim, ficou bastante difícil para a gente. Não vou justificar com viagem, com nada, mas, hoje, a equipe, como um todo, esteve um pouco abaixo do nível de concentração do que a gente vem tendo”, ressalta.
Agora, o Criciúma tem dois jogos fora de casa, contra Vila Nova, na quinta-feira, dia 2, e diante do Amazonas no dia 7 (terça-feira). O técnico destaca que o Criciúma vai para tentar vencer os dois jogos. “A meta é a de sempre: buscar os três pontos. Eu acho que essa continua sendo a meta e sabendo que um ponto, nesse momento, também é favorável. É difícil jogar fora de casa. É bastante difícil. Eu acho que a meta é essa: encarar jogo a jogo. Agora, será um jogo difícil contra o Vila Nova, lá no Oba. É sempre um jogo difícil. Mas a gente vai como a gente sempre foi: buscar os três pontos. E ter a sabedoria: não deu para ganhar, um ponto é importante”, finaliza.